Os esquemas cristalizam-se nas profundezas do self, processando silenciosa e inconscientemente os dados da realidade – estão amalgamados em nossas percepções, julgamentos, desejos, necessidades, pensamentos e sentimentos.

Este aspecto está presente no funcionamento mental de todos, mas se torna particularmente evidente quando tratamos de transtornos de personalidade (um conjunto de transtornos que envolvem padrões persistentes e dificuldades crônicas, como personalidade evitativa, paranóide, dependente, histriônica, esquizóide ou borderline, por exemplo).

Normalmente, não estamos conscientes da operação silenciosa dos esquemas, nem mesmo de sua existência, somente dos resultados produzidos, que acabam compondo o núcleo de nossa personalidade.

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CALLEGARO, Marco Montarroyos. A neurobiologia da terapia do esquema e o processamento inconsciente. Rev. bras.ter. cogn. [online]. 2005, vol.1, n.1 [citado 2018-06-27], pp. 09-20. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-56872005000100002&lng=pt&nrm=iso>. ISSN 1982-3746.
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